Com dívida de mais de R$ 2 milhões, prefeitura de Senador Guimard pode ter energia cortada

23.01.2019 12:23 Por REDAÇÃO ONLINE

Débito com a fornecedora de energia Energisa é gerado desde o ano de 2017, quando já teria sido feito um parcelamento da dívida.


Com dívida de mais de R$ 2 milhões, prefeitura do interior do Acre pode ter energia cortada — Foto: Gilberto Moura/Arquivo pessoal

Com dívida de mais de R$ 2 milhões, prefeitura do interior do Acre pode ter energia cortada — Foto: Gilberto Moura/Arquivo pessoal

Com uma dívida de R$ 2.000.441,43 em contas atrasadas, a Prefeitura de Senador Guiomard e os órgãos públicos do município correm o risco de ficar sem o fornecimento de energia elétrica.

O débito com a fornecedora de energia Energisa é gerado desde o ano de 2017, quando já teria sido feito um parcelamento da dívida. Sem o pagamento, ainda foi acumulado o ano de 2018.

“Nós tivemos uma conversa preliminar e, agora, oficiamos a empresa pedindo um prazo maior [para o pagamento]. E estamos aguardando a resposta”, informa o prefeito Gilson Pessoa sobre a negociação com a empresa Energisa.

Segundo ressaltou o prefeito, que assumiu o cargo no dia 5 de janeiro, a preocupação é garantir um prazo maior junto à empresa para renegociar e efetuar o pagamento.

“Tivemos uma reunião com eles [representantes da empresa] e pedimos pelo menos mais 15 dias para levarmos uma proposta”, disse Pessoa.

Ainda segundo o prefeito, o município não pode virar um caos. Ele afirmou ainda que a conta do mês está paga, a preocupação é com a renegociação dos dois últimos anos de atraso.

“A gente pagou a parcela do mês e estamos tentando negociar amigavelmente. Se isso chegar a acontecer, vamos entrar com mandado de segurança pedindo a suspensão”.

Finanças ruins

Sobre as finanças do município para cobrir a dívida, o prefeito falou que a situação é complicada, mas que a equipe trabalha com um levantamento para acertar a dívida.

“Tivemos dois bloqueios do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) que chega a quase R$ 1 milhão. Com dívidas trabalhistas anteriores, perdemos o repasse do dia 10 e do dia 20”, informou sobre a situação financeira do município.

Fonte: G1

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