Correios do Acre aderem greve nacional por melhorias trabalhistas e reduzem serviços no estado

12.03.2018 16:52 Por Redação Juruá Online

Categoria cobra mensalidades e retiradas de dependentes do plano de saúde, redução da carga horária, entre outras reivindicações.

Categoria fez um ato por melhoria trabalhista na manhã desta segunda (12) (Foto: Divulgação/Sintect-AC)

Categoria fez um ato por melhoria trabalhista na manhã desta segunda (12) (Foto: Divulgação/Sintect-AC)

Trabalhadores dos Correios no Acre aderiram ao movimento nacional e entraram em greve nesta segunda-feira (12). Entre as reivindicações está a cobrança de mensalidades e retirada de dependentes do plano de saúde, redução da carga horária e do salário de funcionários da área administrativa, alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários, entre outras.

Em Rio Branco, o Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) fez um ato em frente à sede dos Correios, na Rua Epaminondas Jácome, Centro da capital acreana. A classe informou que o atendimento não foi suspenso, mas reduzido.

A secretária de imprensa nacional dos Correios e do Sintect-AC, Suzy Cristiny da Costa, explicou que os servidores decidiram aderir ao movimento no início do mês. Porém, os serviços só foram reduzidos a partir desta segunda.

“É uma paralisação parcial e queremos denunciar o que está acontecendo hoje de desmontes dos Correios. Ainda não temos um parâmetro, mas estamos mantendo o atendimento”, confirmou.

Reivindicações

Entre as razões para a greve estão plano de carreira e retirada de benefícios. Veja abaixo:

  • Alterações no Plano de Cargos, Carreiras e Salários
  • Cobrança de mensalidades e retirada de dependentes do plano de saúde
  • Suspensão de férias a partir de abril para carteiros, atendentes e operadores de cargas
  • Redução da carga horária e do salário de funcionários da área administrativa
  • Extinção do cargo de operador de triagem e transbordo (responsável pelo processo de tratamento e encaminhamento de cartas e encomendas)
  • Fechamento de mais de 2.500 agências próprias por todo o Brasil
  • Não realização de concurso público desde 2011 e planos de demissão voluntária que reduziram o número de funcionários.

Fonte: G1.

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