Ministério Público detecta irregularidade em obra de garagem do Corpo de Bombeiros em Feijó

22.08.2018 11:15 Por REDAÇÃO ONLINE

Portaria que institui inquérito civil foi divulgada nesta segunda-feira (20) no Diário Eletrônico do MP-AC. Denúncia é de que construção de garagem está em área do Parque Buritizal.

Ministério Público investiga irregularidade em obra de garagem do Corpo de Bombeiros em Feijó (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

Ministério Público investiga irregularidade em obra de garagem do Corpo de Bombeiros em Feijó (Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros)

O Ministério Público do Acre (MP-AC) instaurou um inquérito civil para investigar irregularidade na obra de construção da garagem do Corpo de Bombeiros no município de Feijó, no interior do Acre. Segundo o órgão, a garagem estaria em cima de área pertencente ao Parque Buritizal, que é um bem público.

Ao G1, o Corpo de Bombeiros informou que a obra foi suspensa após a informação de que podia haver irregularidades e só deve ser retomada depois que as investigações forem concluídas. Segundo o major Cláudio Falcão, o prédio passa por uma reforma para possível instalação de um quartel dos bombeiros na cidade.

“Realmente estávamos fazendo a reforma de um prédio para funcionar, possivelmente, o quartel do Corpo de Bombeiros. Essa obra não é nossa, foi a Comarca de Feijó que tomou essa iniciativa para poder ter uma unidade dos bombeiros naquela cidade. Já chegou oficialmente para o comando a situação do MP e a obra já foi paralisada até se averiguar o caso”, disse o major.

A portaria, de Nº 002/2018, foi divulgada na edição desta segunda-feira (20) do Diário Eletrônico do MP-AC. Conforme o documento, o órgão vai promover diligências no local para apurar a denúncia de que a obra estaria prejudicando a circulação no parque.

No documento, o MP-AC determina que seja enviado um ofício ao Corpo de Bombeiros pedindo cópia do projeto da obra em execução, assim como a autorização do município para a sobreposição da obra da garagem à área do Parque Buritizal. O órgão deu um prazo de dez dias para os bombeiros se pronunciarem.

Fonte: G1

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