Polícia prende um dos suspeitos de matar e queimar motorista de aplicativo em Rio Branco

14.05.2019 18:29 Por REDAÇÃO ONLINE

Suspeito estava foragido desde o ano passado e foi preso quando tentava sair de Rio Branco. Polícia suspeita que eles estava escondido no estado de Rondônia.

Por G1


Suspeito tinha mandado de prisão e foi preso com droga — Foto: Divulgação PC/AC

Suspeito tinha mandado de prisão e foi preso com droga — Foto: Divulgação PC/AC

A polícia prendeu, na última semana, um dos suspeitos de matar carbonizado o motorista de Uber, Arthur da Silva Melo, de 26 anos, na Estrada do Quixadá, em Rio Branco. O crime aconteceu em abril de 2018.

Sávio Jó da Silva Lima estava foragido desde que a Justiça tinha expedido mandado de prisão ainda no ano passado e foi preso quando tentava sair de de Rio Branco com droga.

“Desde o momento da decretação da prisão, ele ficou foragido. Nós tínhamos informações de que ele estava nas proximidades do estado de Rondônia. Realizamos várias diligências e não conseguimos capturá-lo. Ele foi preso saindo de Rio Branco levando droga. Foi cumprido o mandado de prisão e comunicado ao judiciário, resta aguardar o julgamento”, disse o delegado responsável pelo caso, Cristiano Bastos.

O motorista levou um tiro na cabeça antes de ser queimado dentro do carro e foi queimado ainda vivo, segundo informou o delegado responsável. Além disso, o suspeito contou com a ajuda do irmão e da namorada na execução do crime e de um terceiro, que dirigiu o carro.

“Durante a investigação nós identificamos que o Sávio foi a pessoa que executou a vítima. O crime ocorreu dentro da residência do motorista de aplicativo de transporte”, disse o delegado.

Ainda conforme Bastos, Lima acreditava que o motorista levava informações para uma organização criminosa rival da qual ele pertence e, por isso, ele decidiu executar a vítima e efetuou um disparo na nuca.

“Diante dessa situação, o Sávio contou com a ajuda da namorada e do irmão para colocar a vítima no próprio carro e tirar do local. Não sabendo conduzir o veículo, ele contou com a ajuda de um terceiro para conduzir o veículo”. Explica.

Ao chegar na estrada do Quixadá, os suspeito ateou fogo no veículo com a ajuda dessa terceira pessoa e mataram a vítima carbonizada, porque nesse momento ela ainda respirava, segundo informou delegado. “Ele tinha sofrido traumatismo por conta do disparo, mas ainda não tinha ido a óbito”, diz.

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