Professor morto a facadas no Acre foi vítima de latrocínio, conclui polícia 

10.10.2017 15:03 Por Redação Juruá Online

Professor dava aulas de educação física e era funcionário da Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE) (Foto: Reprodução/Facebook )
Professor dava aulas de educação física e era funcionário da Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE) (Foto: Reprodução/Facebook )

O professor Elioney Linhares, de 28 anos,encontrado morto com mais de 20 facadas no dia 23 de setembro, foi vítima de um latrocínio. A informação foi repassada pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) nesta terça-feira (10). Segundo a polícia, dois menores, de 16 e 17 anos, são investigados pelo crime, sendo que um deles foi apreendido.

Linhares desapareceu no dia 21 de setembro e foi encontrado morto dois dias depois às margens da Estrada do Quixadá. Na época, um familiar de Linhares, que preferiu não se identificar, confirmou que ele havia sido visto a última vez quando saiu de casa, no bairro Canaã, para encontrar alguns amigos. Desde então, não voltou.

O parente disse ainda que o professor dava aulas de educação física e era funcionário da Secretaria Estadual de Educação e Esporte (SEE). A polícia chegou a anunciar que não descartava que Linhares tivesse sido vítima de homofobia. No dia 29, a DHPP informou que tinha identificado duas pessoas como responsáveispela morte do educador.

“Tivemos um grande trabalho, foram ouvidas várias testemunhas e identificadas algumas pessoas. Uma vez que foram identificados que um dos autores era menor, o caso foi encaminhado para a Delegacia da Criança e do Adolescente. Foi elucidado e já sabemos que o interesse dos autores era o patrimônio do professor e que eles subtraíram alguns objetos”, contou o delegado Rêmulo Diniz.

O delegado disse que foi recuperada apenas a motocicleta do professor, mas o dinheiro e outros pertences não foram encontrados. Além disso, Diniz falou que um dos menores segue foragido. A polícia descartou o crime de homofobia na morte de Linhares.

“Tudo está sendo fechado, mas o que se acredita é que, de forma voluntária, o professor conversou com os autores e foi atraído para o local e não contava que existia um plano para executá-lo”, finalizou Diniz.

Fonte: G1 Acre

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