Você já parou para escutar os seus pulmões?

28.05.2018 14:32 Por REDAÇÃO ONLINE

Esse é o mote de uma nova campanha de conscientização sobre problemas respiratórios. O diagnóstico precoce e o tratamento correto evitam muitas complicações

Asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) não são brincadeira: juntas, elas atingem mais de 27 milhões de brasileiros e 510 milhões de indivíduos em todo o planeta. A duas são marcadas pela interrupção do fluxo de oxigênio, o que leva a crises de falta de ar que podem até levar à morte.

Chama a atenção ainda o fato de 20% dos asmáticos terem uma versão grave da enfermidade e, desses, 5% estarem com o quadro fora de controle. Enquanto isso, estima-se que a DPOC se tornará, até 2030, a terceira maior causa de morte no mundo (só ficará atrás de distúrbios cardiovasculares e câncer).

Números tão assustadores motivaram a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e a farmacêutica GSK a lançarem a campanha “Escute Seu Pulmão”. A ideia é alertar as pessoas sobre a gravidade dessas duas doenças e a importância de procurar o profissional de saúde caso você sinta alguma dificuldade para respirar ou sintomas como tosse, sibilos, falta de ar e opressão no tórax.

“Muitas vezes, o sujeito tem alguns incômodos e acha que é normal ou passageiro. Nossa recomendação é que ele escute e preste atenção nos sinais que os pulmões dão e, assim, consulte o médico o quanto antes”, destaca o pneumologista Marcelo Gervilla Gregório, da SBPT.

Para reunir todas as informações sobre o tema, foi criado um site. A plataforma, que pode ser acessada aqui, trará vários conteúdos especiais sobre asma e DPOC e ficará no ar até o mês de setembro. Você também pode enviar suas principais dúvidas por lá.

Nas redes sociais, ainda será possível seguir a hashtag #escuteseupulmão para acompanhar as principais novidades e atualizações da campanha. “Queremos levar informação de qualidade para que possamos oferecer o melhor tratamento com a maior antecedência possível aos milhares de pacientes brasileiros que estão por aí”, completa Gregório.

Fonte: Saúde Abril

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